Venda de motos novas no Brasil recua em outubro de 2021, mas acumulado continua positivo

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A venda de motos novas no Brasil registrou uma queda em outubro de 2021, mas o acumulado continua positivo, com quase 30% de crescimento. Houve uma queda de 11%, comparando com o mês anterior, segundo dados de emplacamentos da Fenabrave. Contra o mesmo período do ano passado, foi registrado uma leve alta de 1%.

Em outubro de 2021, foram emplacadas 97.023 unidades, contra 108.839 em setembro, uma queda de 10,86%. Contra o mesmo mês do ano passado, houve uma alta de 0,90% e no acumulado (janeiro-outubro) contra o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 29,05%.

De acordo com a Fenabrave, as altas seguidas nos preços dos combustíveis, o aumento nos serviços de delivery e a procura por um transporte individual e econômico, mantém a demanda por motocicletas aquecidas, ainda que os resultados de outubro tenham ficado abaixo das expectativas.

“A baixa nas vendas ainda é reflexo da oferta menor de produtos, mas, a partir de agora, também temos que ficar atentos à alta nas taxas de juros, e à maior seletividade do crédito, que podem impactar, negativamente, na demanda. Hoje, a aprovação de crédito para o segmento, se mantém em 4,8 aprovações para cada 10 propostas enviadas”, diz Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE.

As principais marcas que apresentaram as maiores quedas em outubro foram: Yamaha (-39%), Dafra (-22%), BMW (-22%) e Suzuki (-21%).

Por outro lado, as principais marcas que registraram crescimento, comparando com agosto, foram: Avelloz (+38%), Voltz (+33%), Ducati (+7%) e Haojue (+7%).

Enfim, a Honda continua na liderança folgada com 75,99% de participação de mercado, no acumulado. Em outubro, a Honda subiu e fechou com 80,92% de participação, enquanto que a Yamaha caiu e fechou com 12,43%.

yamaha nmax 160 abs 2022

fonte: Fenabrave

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